O mundo está girando cada vez mais rápido e a cada volta exigindo mais das pessoas, seja na vida pessoal como no mundo corporativo.
Até agora, você arrasava se fosse uma pessoa resiliente, ou seja, com grande capacidade de adaptação e flexibilidade, a ponto de manter-se o mesmo e estruturado até nas situações mais estressantes.
A notícia é que ser resiliente é pouco.
É preciso mais, é preciso ser ANTIFRÁGIL!
Para entender esse conceito criado por Nassim Nicholas Taleb, professor da Universidade de Nova York, é necessário compreender sua antítese, ou seja, o que é fragilidade.
Frágil é algo que necessita de manuseio com cuidado, pois tem grande facilidade de quebrar. É preciso ter precaução ao lidar com itens frágeis porque podem ocorrer imprevistos.
O antifrágil é aquele que quanto menos cuidado recebe ao ser manuseado, mais forte ele se torna e ainda se beneficia do inesperado. Antifrágil é alguém que quanto mais se expõe às condições de stress, mais se fortalece. Resiste e não desiste, e não importando o tamanho da adversidade, ressurge fortalecido e melhor.
Enquanto na resiliência você continua, apesar dos erros, na antifragilidade você continua por causa dos erros.
A tranquilidade não faz a pessoa evoluir. É precioso lidar com os riscos e incertezas nos diversos âmbitos da vida para se aperfeiçoar.
No competitivo mercado de trabalho atual, os mais fracos não resistem aos eventos inesperados, só os fortes permanecem de pé.






