Por trás de toda grande mulher, existe sempre ela mesma!

Monja Coen
É uma monja zen budista brasileira e missionária oficial da tradição Soto Shu com sede no Japão.
É também a Primaz Fundadora da Comunidade Zen Budista e tornou-se a primeira mulher e a primeira monja de ascendência não-japonesa a assumir a Presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil por um ano.
Monja Coen é muito conhecida por fazer palestras belíssimas lotando salas de pessoas de todas as idades.

Indira Gandhi
Brilhante política, estrategista e pensadora. Ocupou a mais alta posição do governo da Índia numa sociedade bastante patriarcal, esperava-se fosse uma líder de pouca relevância, mas as suas ações provaram o contrário.

Lina Bo Bardi
Uma das arquitetas de maior importância e expressividade na arquitetura brasileira do século XX. Entre suas obras estão a icônica Casa de Vidro, considerada um paradigma do modernismo brasileiro e o MASP, obra emblemática com um vão de 70 metros sobre uma praça pública, um local ocupado pelas mais diversas manifestações populares até os dias de hoje.
Compreendeu como ninguém a cultura brasileira a partir de uma perspectiva antropológica, representando atenta a vanguarda estética e tradição popular.

Zilda Arns
Dedicou sua vida aos necessitados através da fundação da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa.
Esta instituição, ligada à Igreja Católica, tinha como objetivo combater a desnutrição infantil, a desigualdade social e a violência.
A pastoral atua em 43 mil municípios do Brasil e calcula-se que mais de dois milhões de crianças tenham sido beneficiadas pelo seu trabalho.

Margareth Thatcher
Política britânica que exerceu o cargo de primeira-ministra do Reino Unido de 1979 a 1990. Foi a primeira-ministra com o maior período no cargo durante o século XX e a primeira mulher a ocupá-lo. Thatcher também era conhecida pela alcunha “Dama de Ferro”, dada por um jornalista soviético e que se associou ao seu estilo de liderança. Como primeira-ministra, implementou políticas que passaram a ser conhecidas como Thatcherismo.

 Tatiana Sampaio
Biologa, professora e pesquisadora da universidade federal do Rio de Janeiro. Estuda a quase três décadas a polilaminina, molécula que surge como esperança para vítimas de lesões na medula. No início de 2026, o medicamento foi autorizado pela Anvisa a iniciar a fase de estudos clínicos.

Malala Youssfzai
Ativista paquistanesa, foi a pessoa mais nova a ser laureada com um prémio Nobel. É conhecida pela defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação na sua região natal do vale do Swat no nordeste do Paquistão, onde os talibãs locais impedem as jovens de frequentar a escola. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.

Frida Kahlo
A pintora mexicana tornou-se não apenas uma figura reconhecida na história da arte, mas também considerada um ícone para Chicanos, o movimento feminista e o movimento LGBTQ.
O trabalho de Kahlo tem sido celebrado internacionalmente como representativo das tradições nacionais e indígenas mexicanas e pelas feministas, como uma descrição intransigente da experiência e forma feminina.

Clarice Lispector
Foi uma das mais destacadas escritoras da terceira fase do modernismo brasileiro, chamada de “Geração de 45”.
Recebeu diversos prêmios dentre eles o Prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal e o Prêmio Graça Aranha.

Michelle Obama
Foi primeira-dama dos Estados Unidos entre 2009 e 2017. Formada em Princeton e Harvard, iniciou a carreira como advogada na firma Sidley & Austin, onde conheceu seu futuro marido, Barack Obama. Trabalhou na prefeitura de Chicago e no Centro Médico da Universidade de Chicago, além de fundar na cidade a filial da Public Allies, uma organização que prepara jovens para seguir carreira no serviço.
Em maio de 2006, a revista Essence listou-a como uma das “25 Mulheres mais Inspiradoras do Mundo”.
Foi listada como a 58.ª da ‘The Harvard 100’; uma lista dos mais influentes alunos da Universidade de Harvard dos anos anteriores.
Participou de forma ativa em determinados assuntos da Casa Branca, tornando-se uma defensora da Lei de Igualdade de Pagamento.

Amelia Earhart
Foi pioneira na aviação dos Estados Unidos e defensora dos direitos das mulheres. Recebeu muitas condecorações, estabeleceu diversos recordes, escreveu livros sobre suas experiências de voo, e foi essencial na formação de organizações para mulheres que desejavam pilotar.
Desapareceu no oceano Pacífico, enquanto tentava realizar um voo ao redor do globo em 1937. Foi declarada morta no dia 5 de janeiro de 1939. Seu modo de vida, sua carreira até hoje fascinam as pessoas.

Ursula von der Leyen 
É uma política alemã, médica de formação, e atuou como ministra da Defesa na Alemanha entre os anos de 2013-2019. Em 2019, foi a primeira mulher a ser eleita como presidente da Comissão Europeia, sendo reeleita em 2024 para o cargo.

Zaha Hadid
Tornou a primeira mulher a receber o Prêmio Pritzker de Arquitetura, atribuído pelo conjunto de sua obra. Anteriormente também fora premiada pela Ordem do Império Britânico pelos serviços realizados à arquitetura. Em 2015 ela quebrou a hegemonia masculina, ao ser laureada com a medalha de ouro do Royal Institute of British Architects.

Rosa Parks
Ativista negra norte-americana, símbolo do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Ficou famosa, em 1º de dezembro de 1955, por ter-se recusado frontalmente a ceder o seu lugar no ônibus a um branco, tornando-se o estopim do movimento que posteriormente viria a marcar o início da luta antissegregacionista.

Marie Curie
Física e química polonesa naturalizada francesa, conduziu pesquisas pioneiras sobre radioatividade. Foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel, sendo também a primeira pessoa e a única mulher a ganhá-lo duas vezes, além de ser a única pessoa a ser premiada em dois campos científicos diferentes.
Ela também foi a primeira mulher a se tornar professora na Universidade de Paris e, em 1995, se tornou a primeira mulher a ser sepultada por seus próprios méritos no Panteão de Paris.

Valentina Tereshkova
A primeira cosmonauta e a primeira mulher a ter ido ao espaço, em 1963, na nave Vostok 6.
Transformada em uma heroína nacional após o sucesso de sua missão, condecorada por líderes soviéticos, russos e estrangeiros, se tornou proeminente na sociedade e na política do país. Até os dias atuais, é a única mulher a ter feito um voo solo ao espaço.

Santa Dulce dos Pobres
Conhecida como Irmã Dulce, foi uma religiosa católica brasileira.
Por suas ações humanitárias de caridade e assistência aos desfavorecidos, ficou também conhecida como o anjo bom da Bahia.
Foi uma das mais importantes, influentes e notórias ativistas humanitárias do século XX. Suas obras de caridade são referência nacional, e ganharam repercussão pelo mundo. Seu nome é sempre relacionado à caridade e amor ao próximo. Em 2001, foi eleita “a religiosa do século XX”.

Ester Sabino e Jaqueline Goes
Ester Sabino é imunologista e professora na faculdade de medicina da USP e Jaqueline Goes é biomédica e doutora em Patologia Humana Experimental pela Universidade Federal da Bahia. As duas cientistas sequenciaram o genoma do coronavírus, identificando as informações que o vírus carrega apenas dois dias após a identificação do primeiro paciente com doença no país.

Simone de Beauvoir
Escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social francesa. Embora não se considerasse uma filósofa, teve uma influência significativa tanto no existencialismo feminista quanto na teoria feminista.

Bertha Lutz
A segunda mulher a prestar concurso público no Brasil, também desenvolveu um notável trabalho como educadora. Funda a Liga pela Emancipação Intelectual da Mulher e participa da Associação Brasileira de Educação que defendia a educação pública, laica e mista, e o ensino secundário para todos, conseguindo que o Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro, aceitasse o ingresso de meninas.
Participa da luta pela conquista do voto feminino e em 1935 é eleita para suplente de deputada.
Em 2001, foi instituído pelo Senado brasileiro, o Diploma Mulher Cidadã Bertha Lutz. Este prêmio tem como objetivo homenagear anualmente cinco mulheres que tenham se destacado na luta dos direitos femininos no Brasil.

Ingrid Silva
Uma renomada bailarina brasileira, nascida no Rio de Janeiro e criada em um ambiente humilde, que superou barreiras raciais e sociais através do balé.
Iniciou no projeto social “Dançando Para Não Dançar”, tornou-se primeira-bailarina do Dance Theatre of Harlem em Nova York. É conhecida por pintar suas sapatilhas de tom de pele, promovendo diversidade e representatividade na dança clássica.

Hillary Clinton
Advogada e política norte-americana. Exerceu os cargos de secretária de Estado dos Estados Unidos. senadora por Nova Iorque, primeira-dama, e posteriormente, foi a candidata do Partido Democrata à presidência na eleição de 2016.
Enquanto era a primeira-dama do Arkansas, liderou uma força-tarefa que reformou o sistema de ensino do Estado, ao mesmo tempo em que fazia parte do conselho de administração da Walmart, entre outras corporações.
Como primeira-dama dos Estados Unidos, lutou pela igualdade de gênero e a reforma da saúde.

Silvia Brandalise
Ela é uma das brasileiras mais respeitadas no Exterior, na área médica. Com garra, criou um hospital para crianças com câncer cujos resultados estão entre os melhores do mundo.
No início, ela fazia tudo sozinha: atendia telefones, preenchia fichas, dava consultas, aplicava sessões de quimioterapia. Não havia móveis, além de uma maca.
Com a dedicação dessa heroína, o hospital foi crescendo e mudando de endereço para espaços maiores. Hoje, ocupa um moderno prédio de 1 300 metros quadrados, doado pela Fundação Bosh. Por ele, já passaram mais de 7 000 pacientes. São oitocentos casos novos por ano.
Mais de 90% dos cancerosos não pagam um tostão pelo tratamento.
Tudo pelo trabalho e dedicação da Dra. Silvia.

Hypatia
Foi uma filósofa neoplatônica grega do Egito Romano e a primeira mulher documentada como tendo sido matemática.
Como chefe da escola platônica em Alexandria, também lecionou filosofia e astronomia.
O assassinato de Hypatia marcou o fim da Antiguidade Clássica, bem como a queda da vida intelectual em Alexandria.

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