O carnaval, tem sua origem na antiguidade quando se comemorava o fim do inverno com muita opulência, comida e bebida.
E o exagero era tanto, que as pessoas colocavam máscaras e se vestiam de forma diferente da habitual para não serem reconhecidas praticando essa ode aos prazeres carnais.
Já na idade média essa louca festa pagã começou a incomodar muito a Igreja Católica, que por diversas vezes tentou acabar com a graça e por um fim na bagunça. Mas como não foi bem sucedida, já que o espírito carnavalesco estava grudado nos hábitos e costumes das pessoas da época, o Papa Gregório Magnus decidiu que era melhor fazer uma adaptação estratégica e determinou que poderia ter carnaval, mas que terminaria com a entrada da quarta-feira de cinzas, o início da quaresma (quarenta e sete dias que antecedem a Páscoa) e prescreveu que os católicos, nesse período, abrissem mão dos prazeres para lembrar o sofrimento de Jesus Cristo, principalmente fazendo jejum e abstinência de carne.
Logo, a terça feira (gorda) era o último dia em que se podia comer carne, no latim carnis levare, carnis (carne), levare (tirar), dando origem à palavra “carnaval”.
Na antiguidade, a festa era marcada pela inversão de papéis: os homes se vestiam de mulheres, as mulheres de homens e um prisioneiro tomava o lugar do rei que virava um cidadão comum. O significado dessa troca era que apesar das diferenças, no fundo todas as pessoas são iguais.






