Há exatos 500 anos morreu Leonardo da Vinci, um homem admirável por sua inteligência “multidimensional”.
É impossível não pensar o que uma mente extraordinária como a dele faria em termos de solução para diversos males que afligem a humanidade nos dias de hoje. Ainda mais se levarmos em conta o fato que há quinhentos anos atrás, sem os recursos que temos atualmente, ele já visualizava e executava experimentos de alta complexidade!
Em sua época, abriu portas do conhecimento girando maçanetas intocadas, que servem de base para diversas tecnologias modernas.
Sua curiosidade infinita, somada a um espírito destemido, desbravou, a golpes de obstinação, o caminho árduo imposto por uma sociedade tacanha e preconceituosa.
Uma descoberta recentemente, a mecha de cabelo de Da Vinci, permitirá, através de testes de DNA, encontrar mais parentes vivos de Da Vinci (como se comprovou que Franco Zeffirelli é descendente de seu meio irmão Domenico), e talvez assegurar que são dele os restos mortais em Amboise, França.
Da Vinci decerto aprovaria as pesquisas com seu DNA. Afinal, ele dissecava cadáveres para entender o funcionamento do corpo humano.
Da Vinci também ajudou a formatar o método científico e enveredou pelas mais diversas ciências: da botânica à engenharia militar, da cartografia à ótica, da anatomia à geologia. Deixou mais de 7.000 papéis com desenhos, projetos, esboços, perguntas (“o que é a alma?”) e listas de tarefas (“descrever as causas da risada”), que hoje estão preservados em bibliotecas europeias e na coleção privada de Bill Gates, que também adquiriu, por mais de US$ 30 milhões, o “Codex Leiceste”, 72 páginas onde Da Vinci descreve o luar, os fósseis e o movimentos aquáticos.






