ENTENDENDO AS GERAÇÕES

Cada geração guarda características próprias e entende-las é importante para conviver bem como as pessoas.

Mas esse conhecimento, aplicado à área corporativa é definitivo no que tange à eficácia de estratégias de marketing e ao melhor aproveitamento do indivíduo como membro de uma equipe produtiva. Para saber identificar tendências e antecipar jogadas de mercado é preciso entender cada geração.

A Chiminazzo Imóveis simplifica o assunto para você:

• GERAÇÃO BABY BOOMERS (nascidos entre 1940 e 1960 – atualmente com 60 a 80 anos)

Nascidos no período pós-Segunda Guerra Mundial. No Brasil, era de JK e de “50 anos em 5”. No cenário cultural a Tropicália e uma fase de enorme otimismo.

Geração idealista, combativa, disciplinada e com espírito coletivo, foi responsável por iniciar as lutas por direitos civis e políticos.

Lutou pela liberdade de botar o pé na estrada, ouvir rock’n’roll e curtir grandes festivais de música.

Concentram hoje grande parte da riqueza mundial e são responsáveis pelas principais tomadas de decisão ao redor do mundo, tanto no comando de países quanto de grandes empresas. É uma geração que costuma ser mais resistente as mudanças.

• GERAÇÃO X (nascidos entre 1960 e 1980 – atualmente com 40 a 60 anos)

Essas pessoas cresceram durante a Guerra Fria e, aqui no Brasil, a ditadura militar. O otimismo não é mais o mesmo de seus pai e avós.

Acalentam a estabilidade e a disciplina, mas são mais céticos em relação a autoridades e governantes. São mais individualistas e competitivos.

Muitos abriram sua própria empresa, tem poder de compra e o exercem em sua plenitude. São bastante consumistas.

• GERAÇÃO Y – MILLENNIALS (nascidos entre 1980 e 1995 atualmente com 25 a 40 anos)

Nascidos com a informática e a globalização, essa geração é a da informação em alta velocidade.

No Brasil, nasceram no contexto da redemocratização e da instabilidade econômica e política, mas viram o país começar a dar passos mais seguros com o surgimento do Plano Real.

Flexíveis às mudanças, adoram uma inovação. Para eles, o que importa é a paixão, a experiência e não ligam para a estabilidade.

São questionadores, preocupam-se com o futuro do planeta e defendem o consumo consciente. Não se limitam ao lugar onde vivem, são cidadãos do mundo.

Super imediatistas, querem ter o que desejam o mais rápido possível. São hoje a grande força no mercado de trabalho e de consumo, pois representam a maior parte da população economicamente ativa do país.

• GERAÇÃO Z (nascidos entre 1995 e 2010 atualmente com 10 a 25 anos)

No Brasil, essa geração nasce em um momento de prosperidade, crescimento econômico e busca por justiça social.

Porém, na sua adolescência, já passa pela crise política e econômica após as eleições presidenciais de 2014. São esses adolescentes que se engajam em movimentos de contestação ao governo, seja para um lado, seja para o outro. São engajados politicamente.

Tendo nascido com um celular na mão, são chamados de “nativos digitais”. Para eles, não existe divisão entre online e offline, pois estão conectados o tempo todo. São extremamente ágeis, multitarefas e capazes de absorver uma grande quantidade de informações. São ativistas e dispostos a doar parte do seu tempo para alguma causa principalmente as ligadas às minorias, como homofobia, racismo, machismo, xenofobia.. São muito críticos mas sem fugir da sua responsabilidade. A insegurança com o futuro é uma marca dessa geração. Preocupam com o dinheiro e entendem que, mesmo que não tenham um emprego dos sonhos, a carteira assinada é um caminho para a estabilidade financeira. São suscetíveis a ter casos de ansiedade, depressão e até suicídio.

• GERAÇÃO ALPHA (nascidos a partir de 2010, atualmente com até 10 anos)

Os integrantes dessa geração têm aproximadamente 10 anos hoje e estão na mira das empresas pois serão os consumidores do amanhã.

Nascem em um período de recessão econômica no Brasil e crescem em uma época de polaridade e extremismo.

Muito importante é a sua relação com a inteligência artificial e provavelmente estarão mais preparadas para as transformações que estão por vir, ou que vão provocar.

Criadas pela Geração Y e Z, essas crianças tendem a ser ainda mais livres em relação à sua identidade: meninas já não crescem mais em um mundo cor de rosa, o que tende a torná-las cada vez mais protagonistas e em posições de poder. Gênero e orientação sexual provavelmente não serão amarras, assim como o direito à diferença será uma causa forte. Mas…somente daqui há alguns anos como serão as características desses indivíduos.

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