Você já deve ter notado que o momento atual está sendo marcado por fazer diferente aquilo que vinha sendo através de um modelo desgastado ou emperrado.
Chama-se desruptiva essa forma de fazer, que rompe com o estabelecido e surpreende pela visão inédita.
As startups são empresas que aplicam esse tipo de visão disruptiva e que vem alcançando performance de alto nível, através do uso de tecnologia e do “fazer diferente”.
Se é possível obter sucesso na iniciativa privada, com resultados muito eficientes, porque não usar as mesmas tecnologias para encontrar soluções para governos e cidadãos?
Foi pegando esse gancho que começaram a surgir as GOVTECHS, ou seja, empresas que utilizam o poder transformador das startups e sua filosofia disruptiva na esfera pública. Através dessas parcerias entre o setor público e privado, com tecnologia e soluções inovadoras, o foco é melhorar a performance de governos no desempenho de suas funções e no fornecimento de serviços de qualidade aos seus “clientes”, ou seja, os cidadãos.
No caso das GovTechs, o objetivo é melhorar a vida do maior número possível de cidadãos, mediante contrapartidas que viabilizem o projeto e atraiam a iniciativa privada.
Como exemplo citamos a BrasilLab, que como ponto de partida, vem fazendo um trabalho de apoio junto à empreendedores que estão engajados em buscar soluções para os desafios vividos pela sociedade atual e prefeituras dispostas a inovar. Tendo já desenvolvido parcerias com as prefeituras de São Paulo, Belo Horizonte, Guarulhos, Santo André e São José dos Campos.






