Você é daquelas pessoas que ficam constrangidas com o silêncio?
Ficar calado por algum tempo, nem sob tortura?
Antes de mais nada, saiba que os constantes estímulos sonoros e overdose de informações são fatores de desencadeamento de estresse.
No livro “A Magia do Silêncio”, a monja pop Kankyo, aborda a necessidade do silêncio como terapia de relaxamento e autoconhecimento. Segundo ela, na ausência de estímulos o cérebro se aquieta e ativa a conexão com as emoções, tornando-se assim, apto para lidar com os problemas através do autoconhecimento.
A prática do silêncio traz respostas significativas no combate ao estresse. Já existe uma alternativa para quem está decidido a testar os resultados: o Flutuar Float Center (em Pinheiros, São Pulo). Trata-se de um centro criado para proporcionar sessões de relaxamento dentro de cápsulas, uma espécie de grande banheira com tampa, que isola o som e luz. O corpo bóia na água graças à adição de sal. Imagine a sensação de flutuar sem esforço, como se estivesse no Mar Morto! Os especialistas garantem que reduz as tensões do dia-a-dia e permite atingir momentos únicos, físicos e sensoriais.
Existem também os programas da ONG Arte de Viver, que realiza mensalmente retiros de silêncio em várias capitais brasileiras. Esses programas tem a duração de 4 dias de completa ausência de conversa, música ou leitura. A ONG já ajudou milhões de pessoas ao redor do mundo a superar o estresse, depressão e tendências violentas.
A ONG também leva a paz para várias comunidades seus projetos de resolução de conflitos, desenvolvimento sustentável, fortalecimento da mulher, reabilitação de detentos e sustentabilidade ambiental. É o bem estar pessoal através do bem estar do outro.
O silêncio pode ser praticado no dia a dia, se reservarmos um breve momento para nos dedicarmos à meditação e quietude. É preciso disciplina no começo, mas com o tempo se tornará um gesto imprescindível na rotina diária.






